Mulheres que sentem vergonha do próprio sangue, do próprio corpo ou da própria intuição carregam uma marca aprendida, não uma falha de nascença.
Você olha pro calendário e sente um aperto no estômago antes de saber por quê. A cólica chega, você toma o remédio de sempre e segue o dia fingindo que está tudo bem.
Na adolescência, alguém te ensinou a esconder o absorvente na manga da blusa a caminho do banheiro. Ninguém disse isso com palavras. Foi um gesto, repetido, até virar hábito automático. E o que vira hábito automático antes dos sete anos de idade, o cérebro grava como fato, não como opinião de alguém.
Você cresceu competindo com outras mulheres por quem seria escolhida. Cresceu tendo relações sem sentir prazer, só pra cumprir papel. Cresceu colocando marido, filhos e trabalho na frente de qualquer necessidade sua, e se sentindo culpada quando sobrava um minuto pra si mesma.
Você já tentou resolver isso separado. Fez terapia pra cuidar da mente. Fez ritual pra cuidar da energia. Leu sobre autoestima pra cuidar da emoção. Mesmo assim o vazio continuou voltando, porque mente, coração e útero nunca foram tratados como uma coisa só.
O inimigo aqui não é você, nem o seu corpo. É um roteiro social que ensinou, geração após geração, que mulher tem que se diminuir pra caber. Sua mãe repetiu esse roteiro. A escola reforçou. A novela normalizou. E ele entrou tão fundo que hoje parece personalidade, quando na verdade é programação.
Se você se reconheceu até aqui, o caminho de volta pro seu centro já está escrito.
Quero ver como isso funcionaO Livro Matricentrismo nasce do Método Matricentrismo, criado em 2017 depois de anos atendendo mulheres em países diferentes (Brasil, Europa, Japão) e observando sempre o mesmo padrão: cada mulher trabalhava só um dos três centros de poder (mente, coração ou útero), nunca os três ao mesmo tempo. O livro organiza esse método em duas partes de leitura e prática.
Desmonta o roteiro histórico que afastou a mulher de si mesma, da divisão entre princípio masculino e feminino até a real história por trás da caça às bruxas, do controle da sexualidade e da repressão das guerreiras.
Reconstrói a partir daí: os ritos femininos, os quatro ciclos da lua aplicados ao próprio corpo, o útero como centro de poder (não como órgão-problema), e os três centros trabalhados de forma integrada.
Como funciona por dentro: cada capítulo termina com espaço de escrita. Quando você escreve à mão o que acabou de entender, o cérebro processa a informação numa camada mais profunda do que só a leitura alcança, e o que se processa fundo não se esquece no dia seguinte.
Antes e depois: antes, a mulher tenta várias práticas soltas (terapia, ritual, curso) sem conseguir juntar as peças. Depois, ela enxerga o padrão comum entre mente, coração e útero e entende qual dos três está pedindo atenção primeiro.
Mais de 3 mil mulheres já passaram pelo Método Matricentrismo em algum formato, e o livro é a porta mais simples de entrada nesse trabalho.
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O livro foi feito pra funcionar sozinho, no seu ritmo, sem depender de aula ao vivo ou grupo. Os espaços de escrita em cada capítulo existem justamente pra isso, virar prática sem precisar de acompanhamento externo. Se depois de ler você quiser ir além, com 7 dias guiados e comunidade de apoio, o Desafio 7 Dias de Cura do Feminino é o próximo passo.
Toda compra feita pela loja UICLAP é uma compra online, e o Código de Defesa do Consumidor garante 7 dias de direito de arrependimento a partir do recebimento, sem necessidade de justificar o motivo.
Psicoterapeuta, Sacerdotisa iniciada na Antiga Tradição e fundadora do Templo Caminhos Ancestrais, em Maricá, à beira-mar. Criou o Método Matricentrismo em 2017.
A jornada dela não começou diferente da sua. Ela viveu um relacionamento abusivo, carregou vergonha do próprio corpo e competiu com outras mulheres por anos, achando que essa era a única forma de existir. Foi voltando pros próprios três centros, mente, coração e útero, que ela reconstruiu a vida que tem hoje.
O Livro Matricentrismo é o registro de mais de uma década estudando neurociência, física quântica, antropologia e saberes ancestrais matriarcais, organizado pra que você não precise levar os mesmos anos que ela levou pra chegar lá.
Não. O livro explica cada conceito no próprio capítulo em que ele aparece, com base em neurociência, antropologia e história, antes de qualquer prática espiritual. Você não precisa chegar sabendo nada.
Serve, principalmente porque a maioria dos relatos vem de mulheres que já fizeram terapia e sentiam que faltava juntar mente, coração e útero num processo só. Ele não substitui terapia, organiza um pedaço que a terapia tradicional geralmente não nomeia.
São 33 capítulos curtos, organizados pra leitura em qualquer ritmo. Muitas leitoras relatam a primeira mudança de percepção ainda na Parte I, antes de chegar na metade.
Uma sessão avulsa de terapia custa, em média, mais do que isso. São 33 capítulos com base em mais de uma década de estudo, com espaço de prática em cada um, sem mensalidade e sem prazo de validade.
O livro é leitura e prática individual, no seu ritmo, sem acompanhamento. O Desafio 7 Dias de Cura do Feminino tem aulas, áudios de reprogramação e grupo de apoio, e trabalha o ciclo menstrual especificamente, em 7 dias guiados.
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